Fisioterapia no tratamento da Hipertensão Arterial Sistêmica

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), ou simplesmente “pressão alta”, está relacionada com a força em que o sangue faz contra as paredes das artérias para conseguir circular pelo o corpo. Quando as artérias ficam muito apertadas, ocorre uma elevação da necessidade de o coração bombear com mais força, impulsionando o sangue em uma técnica de ida e volta.

Hábitos inadequados, como álcool, excesso de peso e sedentarismo são os principais causadores da Hipertensão Arterial Sistêmica, portanto, a alimentação equilibrada e saudável é o primeiro passo para evitar esse problema. Pessoas que apresentam valores iguais ou acima de 14 por 9 (140 mmHg X 90 mmHg) de pressão arterial em inatividade são consideradas hipertensas.

Apesar de ser comum em adultos e idosos, essa doença também pode atingir crianças e jovens, manifestando-se de diversas formas. O aumento da pressão pode motivar outras patologias, como AVC, insuficiência renal e até mesmo a redução da visão. Existem dois métodos de tratamento: o farmacológico e o fisiológico.

Além de ser pouco divulgado, o profissional de fisioterapia também pode auxiliar o paciente na melhoria da saúde, realizando formas de tratamentos individuais e visando a qualidade de vida. Os exercícios proporcionados também diminuem o risco de ter uma doença grave no futuro.

Esse acompanhamento terapêutico pode ser feito através de exercícios de duração, intensidade e frequência. Se estas atividades forem feitas regularmente, o indivíduo consegue diminuir a dose dos seus medicamentos ou deixar a hipertensão controlada sem fazer o uso dos mesmos.

Sendo assim, o papel da fisioterapia faz-se necessária, especialmente porque é capaz de aperfeiçoar a capacidade funcional e evitar problemas que possam aumentar a pressão. Os exercícios respiratórios, caminhadas, alongamentos e hidroterapia são algum dos métodos que possibilitam ter a recuperação de forma rápida.